segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

O Meu Novo Amigo

Estava entretida a ler.

Entretanto, achei que podia contribuir para a conversa, até enviei uma sugestão minha para o assunto em questão.

Posteriormente, leio o comentário de outra pessoa, a sugerir outra solução para o problema levantado ali. E penso para comigo: "Oi?!... Nunca tinha ouvido falar disto!... Será verdade?..."

Já estão a ver onde foi dar o meu pensamento, não estão?...

Tive de experimentar para tirar as teimas! Afinal, por 0,80€, bem que valia a pena tentar!

Tinha lá na banheira de casa uma protecção em pvc branco que já há muito tempo tinha deixado de ser branco para ser branco-amarelado-de-lixívia-manchado-por-causa-do-bolor-que-teima-em-aparecer. Vai disto, e besuntei aquilo tudo com o dito cujo produto. (Admito, a fé naquilo era mesmo mínima  Tão mínima, que nem me lembrei de fotografar o antes para comparar com o depois...)

10 minutos passados, ataquei o pvc com um pano húmido, para limpar os resíduos daquilo. E foi espanto dos espantos!!!!

ESTAVA BRANCO!!!!!!

 

Ok, decidida a provar a utilidade da coisa, peguei numa tábua de corte em madeira que já metia nojo, tal era a cor dela:


Besuntei aquele negro todo com o produto, e esperei. Ao fim de 10 minutos, esfreguei a tábua, e o resultado já foi este:


"Ok, parece que funciona. Como é que será que vai ficar se a besuntar e deixar ficar a noite com isto?..."

O resultado, mes amis, foi este :


Claro..., não ficou branco, branco, mas também o que é que esperavam, milagres???... Tendo em conta o preço do produto, o esforço envolvido e o resultado final, não acham que vale a pena?...

-"Então diz lá!, conta!, afinal que produto é esse?" - até vos consigo ouvir daqui a implorar que vos conte eheh!

Então a coisa-semi-milagrosa-barata-e-que-não pede-esforço-nenhum éééé...

Vinagre de limpeza!

(pronto, vá, riam-se de mim os que já conheciam; mas para mim foi como a descoberta da pólvora!... eu, se não for o que vou lendo por aí, havia muita coisa que desconhecia!...)


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Um Exército de Escravos

No livro que estou a ler, "O Homem Mais Rico de Babilónia", encontramos uma história de um homem que queria deixar de ser "pé-descalço", e, para isso, foi pedir conselhos a um dos homens mais ricos que conhecia.

O homem rico, para o ajudar, dá-lhe um conselho: "Em cada 10 moedas que ganhares, guarda 1 para ti."
(Parece fácil e básico, não parece?... Guardar 1 em cada 10 moedas ganhas é o mesmo que dizer "Guarda 10% dos teus rendimentos".)

E, ao fim de um ano, lá vem o homem rico ter com o pobre, para saber se ele conseguiu fazer o sugerido. "Consegui, sim!" - diz ele todo inchado de orgulho.

"E o que fizeste com essas moedas que guardaste?" - pergunta o rico.

"Um enoooorme banquete com mel, vinho caaaaro e iguarias finas. Também comprei uma túnica escarlate para mim (fica-me tão bem, havias de ver!...) Um dia destes, devo comprar um burro jovem para me deslocar (que o o que tenho já está muito velho)..." - responde o homem pobre, todo satisfeito com as suas conquistas.

Paremos por aqui.

Sobrou dinheiro no fim de todas as contas pagas. O que faz o comum dos mortais, a maior parte das vezes?... 

Vai comer fora com a família, compra roupa e calçado novos, e aqueles com um pouco mais de abundância até compram carro novo!...

"Claro! Então não?!... Passo o ano todo a esmifrar cada eurito, bem que mereço uma recompensa pelo esforço, não?!..." - Já oiço eu alguns de vós a pensar alto.

NÃO.

Sabem o que disse o homem rico?...

"Estás a comer os filhos das tuas economias! Como esperas que trabalhem para ti? Como poderão gerar filhos que possas pôr também ao teu serviço?... Primeiro, arranja um exército de escravos de ouro, só então poderás regalar-te com banquetes ricos sem qualquer remorso!"

Ouviste bem, Arianita?...

Nada de ir comer fora, ou ao cafézinho, que isso é o mesmo que 
"COMER OS FILHOS" das tuas economias!!!

(Agora falta-me é perceber como é que vou arranjar este exército de escravos para trabalharem para mim... 10% é imeeeensooo...)

Cumprimentos, e não "comam os filhos" das vossas poupanças!...
Ariana

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Ultima Leitura Deste Ano

Motivada por um comentario a este post da Descontos, esperei 4 meses para que este livro se encontrasse disponível para requisição na minha biblioteca, mas finalmente chegou!


E já vou a meio! 😊

Uma das coisas interessantes, e tão cheínhas de razão, com que somos confrontados durante a sua leitura, é esta:



"A sério?"🤔, pensei eu, quando me deparei com isto. "Não é todo nosso?..."🤔, mas rapidamente me censurei como néscia, ao entender que realmente, nenhum do dinheiro que ganho é inteiramente meu, devido a já ter sempre para onde ir... "Ok... percebo, sou mesmo uma mendiga!..."😒

Agora, desculpem-me, mas vou voltar à minha leitura, que tenho de tratar de sair da mendicância o mais rápido possível!... 😉

Cumprimentos,  e boas leituras para vós!
Ariana

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Está na Hora!

(muito obrigada a todos pelas vossas palavras de conforto. O meu primo teve uma melhora no seu estado de saúde, mas agora vem a parte difícil - a quimioterapia. Vamos com fé.)


Estamos a chegar ao fim de mais um ano. Muitos aproveitam esta fase para recapitularem o ano que passou. Outros, para projectarem o novo ano que aí vem.

E o que faz a Ariana nesta altura do campeonato, querem vocês saber?...



Revê os contratos dos seus fornecedores de serviços!...

Sim sim, está na hora!

Antes do ano acabar é a melhora altura para isso, porque as empresas estão "mortinhas" por cumprir os seus objectivos, e muitas até têm campanhas para atrair os últimos clientes do ano!...

No nosso caso, fizemos ontem simulações dos seguros de vida e multirriscos.  Querem saber qual foi o resultado???


Zero!!!


Nicles!!!


Quero dizer: nenhuma proposta conseguiu, de momento, competir com os preços que pagamos presentemente!...(Ok!, em equipa vencedora não se mexe, hehe!....)

Seguro automóvel?...

Também fiz simulações, e conseguimos baixar cerca de 60€ no ano que vem, mantendo as mesmas coberturas.

Tv, Telefone e Internet não se podem mexer, ainda... Fidelização de mais um ano...

Telemóveis: estão com um preço óptimo! 10,50€ por 1Gb de Internet, 5 Gb Youtube, e 1000 minutos/sms para todas as redes.

Então voltei-me para os serviços de electricidade e gás.

Tínhamos recebido na sexta feira um email por parte da EDP a informar sobre a subida dos seus preços para 2017. Já para não mencionar a última factura emitida, que, não sei como, escalou para valores exorbitantes, de mais de 100€ para pagar!!!

Ora, o site comparador da Deco é a nossa saída.  Depois de comparar preços, e avaliar campanhas, fiz um pedido de transferência do nosso contrato de electricidade para a Endesa. Sem obrigatoriedade de fidelização nem débito directo. E, o melhor, menos 300€ por pagar anualmente, a fazer fé na simulação.

E o gás?...

Esse também não se vai mexer. Os preços que temos são os mais competitivos, de acordo com os testes comparativos da Deco.

Pronto.

Revisão de contratos feita. Perspectivas de um ano mais barato! 

E para vocês, como vai ser?...

Cumprimentos,  e lembrem-se, está na hora!...
Ariana

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

As Coisas Más Sucedem-se...

Ontem, os médicos informam-nos que o meu primo de 34 anos tem um linfoma bastante grave...

Hoje, que teve de ser ligado a uma máquina de suporte de vida...

...E é assim...

As coisas más sucedem-se.

Mas não surpreende...

Este canto aqui vai ficar em stand-by. Tudo de bom para vós.

Até breve,
Ariana

sábado, 17 de dezembro de 2016

Uma História de Amor


O Pucci foi um caso de amor à primeira vista.  Amor, não pelo seu aspecto fofinho ou amoroso, porque não o tinha. Foi amor pelo seu carácter e inteligência,  que bem precocemente os evidenciou.

Ele tinha pouco mais de 3 meses, o seu tamanho era mais pequeno do que uma caixa de sapatos tamanho 40.  O seu proprietário achou por bem vendê-lo, pelo que foi entregue a uma loja de animais.

Quando eu e o maridão íamos a passar perto da dita loja, percebemos os latidos e grunhidos de um cachorrinho muito irritado, parecia mesmo que estava decidido a desmascarar a crueldade a que o submetiam.

Entrámos.

Descobrimos esta bolinha de pelo brilhante confinada a uma gaiola de pássaros.

Aquilo revoltou-me.

Perguntei ao sr da loja se achava humano aquela prisão para esse ser tão pequenino e indefeso. O homem desculpou-se com mil e uma coisas, e decidiu a soltar o animal da sua gaiola.

E por ali ficámos, a admirar a criatura.

Entrou também uma senhora de meia idade, que trazia um cocker pela trela.

E aqui é que foi o início de tudo!

O Pucci, do alto dos seus talvez 4 meses, com a sua altura de 15 cm, decide pegar na trela do compincha, e passeá-lo pela loja. E o cocker seguia-o em tudo o que o seu "domador" lhe exigia!

Até que o Pucci decidiu aumentar a dificuldade do exercício,  e passou por baixo de uma prateleira de exposição,  uma altura talvez de 20 cm. E assim ficou, de um lado da prateleira, com a trela do "seu" cão na boca, passada por baixo da estante,  cujo "atrelado" se mantinha do outro lado da estante, a lutar contra os puxões decididos da amostra de cão que era o meu Pucci. Mas o Pucci era decidido. Continuava a puxar, e a puxar, e a ralhar com o seu "amestrado" provavelmente a exigir obediência ao dito cujo, mas o cocker, coitado, não cabia por debaixo da estante, e por isso, sentou-se e resistiu como pôde até a dona o resgatar.

Perante tal demonstração de um espírito inteligente,  um raciocínio estratégico e uma liderança nata, quem é que lhe resistiria?...

E assim foi. Saímos da loja com o Pucci nos braços. Estavamos casados há 1 ano. Foi ali o início de uma família atípica,  a nossa.

As paginas deste blogue certamente não chegavam para vos contar as vezes que ficamos maravilhados com o tamanho intelecto deste cão que se julgava pessoa!

Descobrimos que o Pucci era anti-violência,  a sério ou simulada, para ele era inaceitável!... A primeira vez foi numa brincadeira entre mim e o maridão,  em que eu ria e soltava gritinhos de contestação,  e o maridão fazia-me cócegas implacavelmente. Sem qualquer hesitação,  a minha bolinha de pelos identificou o agressor, (o maridão), e atacou-o com uma enxurrada de latidos e um puxão pela manga da sua camisa, para o afastar de mim (a vítima). Tanto que nos surpreendeu como nos fez rir! Testámos a experiência ao contrário: eu agredindo, o maridão sendo a vítima.  O resultado inverteu-se: agora protegia o dono, e ralhava comigo! Ponto assente: o Pucci não tolera violência,  e estará sempre do lado da vítima,  seja ela quem for.

Maravilhoso!

Foram muitas as horas gastas a descobrir o potencial da sua inteligência.

Aprendeu tantas e tantas palavras, comandos em linguagem gestual, deixava toda a gente deslumbrada com o seu raciocínio rápido e espírito alegre. Podia brincar com uma meia e o dono por horas seguidas!... O Pucci não era um cão qualquer. E eu tive o privilégio de ele ter sido o Meu Cão.

Também teve os seus momentos infelizes...

Foi envenenado 3 vezes por produtos para as ervas que os funcionários da Câmara aplicam junto aos passeios,  foi cuspido pela janela do meu carro em movimento, foi atacado por um cão 3 vezes maior que ele, que lhe abriu um buraco no pescoço,  saltou de um carreiro num parque florestal cuja altura para a estrada era de 3 metros, fugiu um dia inteiro atrás de uma cadela pela cidade toda, desfez dezenas de sacos do lixo dentro da minha casa, roeu imensas coleiras, sofreu toda a vida de uma arritmia e falta de ar, detestava ir ao veterinário,  sei lá que mais passou este meu bicho querido, mas sempre resistiu, com a sua enorme força de vontade!

Agora nos últimos 3 meses, foi desconcertante o que aconteceu.

O meu amigo peludo deixou de brincar, e apenas andava em circulos... se nada lhe causasse obstáculo,  estava calmo, mas se tropeçasse em algo ou embatesse numa parede, num móvel, qualquer coisa que não o deixasse andar, ele refilava alto e bom som! E isto, a qualquer hora da noite e do dia...

Nos últimos 3 meses, passei a levantar-me da cama 4 e 5 vezes para o consolar e acalmar, dar-lhe água,  dar-lhe os medicamentos, dar-lhe banho, comida, ou apenas ajudá-lo a voltar para a sua cama e adormecê-lo... Ele continuou a reconhecer-me até ao fim, abanava o seu rabinho quando olhava para mim, gemia baixinho quando o abraçava e afagava, encostava a sua cabecinha ao meu peito, enfim, parecia que me pedia para o ajudar.

E eu tentei.

Tentei com todas as minhas forças.  Deixei de dormir, de comer normalmente, deixei de pensar em mim para pensar sempre em primeiro lugar no Pucci. Tanto foi o meu empenho em ajudá-lo, que tive recaídas da fibromialgia, fiquei deprimida, passei a isolar-me dos que me conhecem, chorava por tudo e por nada, em qualquer lugar.

Eu sei que fiquei um farrapo por tanto me dar a esta criatura especial, mas ele valeu cada sacrifício que fiz. Não me arrependo de nada.

Na manhã em que o Pucci adormeceu para sempre, estranhei a sua falta de ar e os seus sibilos.  Achei que o seu choro baixinho era estranho, o meu Pucci nunca foi de chorar baixinho, se alguma coisa o incomodava, ele "gritava" bem alto para todo o mundo o ouvir... Abracei-o e fiz-lhe muitas festas, ao que ele se encostou ainda mais a mim e gemeu baixinho, a olhar para os meus olhos, com os seus olhinhos escuros e pestanas ruivas... Falei para ele que ele era o meu cão, a coisinha linda da dona, que se ele precisasse de deixar esta vida que me desse um sinal, para eu não prolongar a sua vida mais do que ele queria... Deitei-o na sua caminha, tapei-o, e olhei para ele novamente, na dúvida de ter entendido tudo o que ele precisava... Também pedi a Deus que lhe facilitasse a situação,  que fosse a dormir, sem dor, se tivesse que ser entretanto, que o meu Pucci não sofresse, não se apercebesse da sua hora, pois eu sei, como viveu a sua vida, que este cão estava determinado a viver, a lutar pela sua integridade com unhas e dentes, e eu não queria que essa faceta da sua personalidade lhe causasse angústia no momento final.

Fui trabalhar.

Pensei nele muitas vezes, a minha rotina agora era sempre pensar nele primeiro.

Mas já não valeu de nada pensar.

O Pucci apagou a sua mecha de vida, quase como eu o deixei, provavelmente no espaço de uma a duas horas depois.

Sei que ele não foi para lado nenhum. Sei que ele adormeceu e a sua vida, a sua alegria e personalidade desapareceram para sempre, tal como a chama de uma vela quando se apaga.

Mas também sei que nunca o vou esquecer,  que ele vive em cada recanto da minha memória e que a sua personalidade tocou cada aspecto da nossa vida, do nosso casamento, das nossas personalidades.

O Pucci era especial.

Era o nosso cão.

Que não sabia que era um cão.

Que se julgava ser um de nós.

E ele tinha razão: o Pucci era, e sempre será,  um de Nós.

( Um muito obrigada pela vossa empatia e por todas as vossas sugestões  de cada vez que falei no Pucci e pedi ajuda)
Ariana

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Duas Coisas A Dizer-vos

Desde que voltámos para a nossa terra, a vida tem levado os seus prós e os seus contras. (Mais contras do que prós, mas enfim...)

E eu, desde que voltei para a minha terra, baixei os braços.

Desleixei-me.

Fiz completo descaso de tudo o que sabia até aqui, na esperança de que já não precisasse de tantos e variados métodos para sobreviver até ao fim de cada mês.

Pois, FIZ MAL.

Uma das coisas que deixei de fazer, e que realmente comprovo que é de enorme importância numa vida organizada:
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LISTAS!!!

Deixei (ingenuamente) de fazer listas: lista de compras, lista de pendentes, lista de coisas a fazer, lista de faltas em casa, etc, etc, etc. Deixei. E a vida não melhorou. As coisas parece que foram aos poucos saindo do meu controle, até que agora, admito, estão completamente caóticas... Não sei a quantas ando, nem a quantas devia andar... (ESTÁ MAL, POIS ESTÁ!!! EU SEI... )

Tenho de voltar a esse método.

As listas podem dar trabalho (que dão), mas são sem dúvida a melhor maneira de ver o que tenho para fazer, o que tenho de comprar, o que tenho de cozinhar. São a melhor ajuda para manter o dia-a-dia um pouco mais calmo e coordenado. (Nota mental: TENHO DE VOLTAR A FAZER LISTAS)

COMPRAS

Esta é a segunda coisa que vos quero dizer:

Desde que voltei para a terra, segui à risca a sugestão de comprar no Pão de Açúcar, por aparecer no comparador como o supermercado mais barato aqui na zona.

Mas sabem uma coisa?... Desde que uso o Boonzi (ou seja, desde Julho), faço escrupulosamente os apontamentos de TODAS AS COMPRAS. E sabem o que me diz o meu Grilo Falante?... Que uma média de 300€/mês em supermercado é demasiado!, e antes, quando comprava no Continente, usando de engenho e todos os descontos que podia, gastava em média 150€/mês!...

Portanto, pelo menos aqui na zona, o Pão de Açúcar não sai mais barato no fim do mês, no fim de todas as compras feitas e contabilizadas... (Nota mental: TENHO DE VOLTAR AO CONTINENTE, AOS CUPÕES E PROMOÇÕES!)

E pronto.

Tenho dito!

Cumprimentos, e obrigada por estarem desse lado a aturar-me!
Ariana
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